segunda-feira, 29 de dezembro de 2003, by Fabricio von

Vou viajá! Dia 3 eu volto, fui!


domingo, 28 de dezembro de 2003, by Fabricio von

E chegou a época de se gastar muito dinheiro, explodindo tudo na atmosfera! Ah, o Ano Novo! Todo o planeta comemorando, uns olhando o espetáculo no céu, outros copulando na varanda do motel; uns cantando e bebendo num luau, outros acidentados indo parar no hospital. E pra ficar feliz, nada melhor que um pouco de bebida; seja ela um champagne francês ou a humilde e velha sidra. Mas pera lá, não vá "encher o pote" e sair fazendo merda por aí, é melhor ficar sóbrio e continuar fazendo as merdas, pois se o bicho pegar pro teu lado, você ainda vai ter coordenação motora pra sair correndo e não apanhar. E atire a primeira pedra quem nunca fez uma besteira qualquer nessas épocas "explosivas"! Botar cigarro na boca do sapo, jogar cabeção-de-nego dentro do bueiro, acender 12x1 contra o muro do vizinho ou qualquer outra porcaria que poderia lhe render uns bons meses de castigo. Mas isso é a infância, quase todo mundo passa por essa fase anarquista. Mas deixando a idiotice de lado e voltando a mongolice (ó, como isso difere), espero que em 2004 haja tanta mongolice como houve nesse ano. E com certeza ter-se-á ainda mais coisas bizarras para serem desmoralizadas. Feliz Ano Novo pra todo mundo!


sábado, 27 de dezembro de 2003, by Fabricio von

Vinte e seis de Dezembro, dia de contabilizar o que se ganhou no Natal. E como sempre, o índice de presentes "molengas", recheados com peças de roupa, foi gigantesco. E não tem como negar... depois da terceira peça de roupa que ganha você já fica meio que cabreiro: faz aquela cara de quem adorou o presente, mas na verdade está pensando se você realmente tem cara de cabide pra receber tanta roupa. Tá certo que é melhor que não receber nada, mas poxa, bem que o pessoal poderia ser mais original... Quem sabe um desodorante do Boticário, um cordoamento novo pra minha guitarra, um quilo de chocolate ou até mesmo um presente artesanal, pelo menos não seria essa mesmice de ficar recebendo roupa. Agora meu armário está entupido, e vou ser obrigado a comprar mais cabides. Bom, tenho que ver o lado positivo... pelo menos não ganhei uma bermuda floral abóbora fluorescente, nem um daqueles kits com 3 cuecas cor de catarro!


quinta-feira, 25 de dezembro de 2003, by Fabricio von

What a sad Christmas... something's missing...


quarta-feira, 24 de dezembro de 2003, by Fabricio von

FELIZ NATAL!

Muita saúde e paz de espírito, é isso que realmente importa! Mas que presente e comida de Natal são uma delícia, isso ninguém pode negar!

Ps: Eu adoro o Snoopy, tanto que eu tenho uma beagle!


terça-feira, 23 de dezembro de 2003, by Fabricio von

   Ontem eu tava andando pelo centro da cidade e fiquei prestando atenção no número de fumantes, é imenso! Não tenho nada contra se a pessoa quer botar fogo em dinheiro e defumar o pulmão, só não venha soltar a fumaça na minha cara. Isso já deve ter acontecido com muita gente por aí, e quem não fuma sabe o quão terrível é sentir aquele "cheiro de câncer".
   Não sei se há estudos, mas imagine só a quantidade de fumaça expelida por fumantes no mundo inteiro todos os dias. Deve ser algo absurdo! Há quem diga que a fumaça do cigarro é "benigna", mas eu duvído que uma coisa que causa enfizema pulmonar, câncer de garganta e impotência não colabore para o efeito estufa. E para as empresas do tabaco tá tudo uma maravilha, não interessa se milhões estão morrendo, o que interessa é manter sua conta bancária monstruosamente lucrativa. Cara, eu conheço pessoas que fumam dois maços por dia! Faça as contas... cada maço deve estar uns dois reais, então quatro pratas por dia. Vezes trinta. Legal, por mês o/a "chaminé" torra 120 reais só com cigarro. Daí um dia fica doente, precisa comprar remédio e não pode porque tem que comprar cigarro... muito bom!
   Mas o pior de tudo mesmo é ver uma pessoa tentando parar de fumar e não conseguir. Conheço uma menina que começou a fumar, e cerca de um ano depois perdeu o avô, vítima do câncer de pulmão. O desespero dela por ter perdido uma pessoa que ela amava, vítima do cigarro, foi imenso. Ela até teve força de vontade e tentou parar, mas o vício foi maior que ela. Ela foi para uma clínica de reabilitação, não sei como está hoje em dia, tomara que tenha se recuperado.
   Realmente é triste saber que milhões de pessoas estão se matando aos poucos em todo o planeta, simplesmente porque experimentaram e não conseguiram voltar atrás ou então porque acham que soltar fumaça pela boca dá status social. Prefiro ser um "Zé Ninguém" sem status, gastar meu dinheiro com coisas úteis e continuar com a saúde em dia.


domingo, 21 de dezembro de 2003, by Fabricio von

Cassete, não tem nada melhor do que ficar deitado ouvindo a chuva cair, comendo quilos de castanha de caju, bebendo um copinho de vinho e assistindo o especial do salão do automóvel em Frankfurt na televisão. Quem lê isso até pensa que sou plutocrata. E sim, eu adoro volver páginas do léxico para empregar vocábulos quintessenciados. Fala sério, o que o nosso idioma tem de complexo, ele tem de belo!


sábado, 20 de dezembro de 2003, by Fabricio von

"Agora o kit.net vai ser exclusivo de assinantes da Globo.com". Cambada de mercenários capitalistas! Ou eu assino essa porcaria da globo.com (o que não farei, é claro) ou então vou ter q transferir todos os arquivos do SouMongol pra outro lugar... agora onde... isso eu não sei, talvez onde eu trabalho. É, era tudo o que faltava pra fechar esse dia triste.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2003, by Fabricio von

Hoje é a formatura do colégio onde trabalho, e vou ter que ir todo engomadinho pra solenidade: sapatinho bonitinho, calça social e camisa de botão pra dentro das calças. Ah caralho! Eu odeio ter que andar todo certinho! Camisa dentro das calças é a pior coisa que há! Só pra mijar já é um puta de um trabalho. A única vantagem disso tudo é que geralmente atrai o olhar das mulheres. Mesma coisa é ver mulher de vestido, eu acho lindo demais, fico praticamente babando, e hoje na formatura com certeza eu vou babar... só não posso babar na roupa engomadinha de mauricinho. Ugh, só de pensar em ter que vestir isso já fico com calor. E por falor em calor, hoje é meu último dia de trabalho aqui no inferninho! Tou de férias! Só espero que eu não caia no tradicional tédio das férias... Chega de escrever, vou continuar ouvindo a conversa da minha amiga sobre a fimose do sobrinho dela. É, papo de retardado que não tem o que fazer.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2003, by Fabricio von

É impressionante como o ser humano é um bicho mentiroso. Quando as pessoas (principalmente mulheres) olham um bebê que acabou de ser expelido da barriga da mãe, todo babado de sangue e liquido amniótico, logo falam: "Que gracinha! É tão bonitinho, parece com o pai!". Na moral, se eu fosse pai e falassem que o feto recém parido é parecido comigo eu ficaria ofendido. Filhote de ser humano geralmente é muito feio! Uma cabeça que parece um joelho, um corpo todo gordo, grita que nem o capeta e caga que nem um dinossauro. Só não é tão feio quanto filhote de gambá... aquilo é mais feio que o rascunho do mapa do inferno. Ah, por falar em gambá, ontem de tarde eu saí para comprar os presentes de Natal. Chegando numa loja de perfumes, saí experimentando todos os perfumes.
-Hm, esse é bom.. qual o preço?
-Cento e trinta reais.
-Ai... e aquele outro que eu gostei?
-Cento e quarenta...
-Uau, tá melhorando... deixa eu experimentar outros...
Daí a mulher trouxe um outro perfume. Eu cheirei aquela porcaria e quase vomitei de nojo. Daí falei:
-Nossa senhora, isso parece bicho morto!
-Hehehe, ele é um pouquinho mais forte mesmo...
-Um pouquinho? Parece cheiro de gambá, só que doce!
A mulher se aproximou mais de mim e falou:
-Cá entre nós, esse perfume é horrível, mas o pior é que tem muita gente que compra...
-Credo! Quanto é isso? Dez prata?
-Acredite se quiser, cento e trinta e cinco reais...
-Cassete... acho que vou comprar no Boticário mesmo...
-É o que eu costumo fazer.

É difícil acreditar que tem gente que compre "essência de gambá com açúcar", mas pior que existe. Mesma coisa é pagar caro pra cassete naqueles trapos rasgados que os estilistas preferem chamar de roupa da moda. Sinceramente? Prefiro ser cafona e sentir o cheiro do meu desodorante de pobre da Gilette.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2003, by Fabricio von

Mais um desenho ridículo e sem noção.


terça-feira, 16 de dezembro de 2003, by Fabricio von

E há quem diga que efeito estufa é coisa de ambientalista e boiola... que calor dos infernos! Petrópolis, sempre conhecida por ter um clima ameno e agradável, virou um forno industrial! E o bom é que a maioria das casas, como a minha, não tem ventilador de teto, muito menos ar condicionado. Até que em casa da pra se virar, mas na rua é brabo! Andar nas calçadas é um martírio, ainda mais com aquela massa da população atrasada para comprar os presentes de Natal. Eu prefiro fazer compras em uma lojas física do que numa .com, prezo a tangibilidade do serviço, mas porra, entrar em um lugar pra ficar vendo duas mulheres descontroladas se matando para comprar uma boneca que canta e faz cocô nas fraldas é foda!


domingo, 14 de dezembro de 2003, by Fabricio von


Qual seu cheiro favorito?


Um Sol lindo lá fora e eu aqui dentro? Tá doido... vou sair com os meus amigos pra caminhar e comprar presente de Natal... ah, e por falar nisso, quem quiser me dar presentes, maravilha! Mas tem que ser coisa concreta, nada virtual! Quero algo tangível, nem que seja um papel higiênico amassado escrito "Feliz Natal". Sei lá, presente virtual não tem graça... é igual ganhar meia ou cueca: você finge que gostou, mas no fundo sua vontade é dar o presente de volta pra quem te "presenteou" no próximo Natal. Bem, a seguir vai minha wishlist de bens materiais que quero ganhar nesse Natal. Colaborem com o pobre mongol (pobre mongol e mongol pobre)!
  • Câmera Digital Sony DSC P72;
  • Um Porsche 911 da Bburago;
  • Perfumes;
  • Uma camisa do Symphony X.
  • Um carro velho pra eu me locomover;
  • Uma viagem pra Gramado/RS.

    Sei lá, acho que é só... será que tou pedindo muito pro Papai Sacudo?


  • sábado, 13 de dezembro de 2003, by Fabricio von

    Quem avisa, amigo é: nunca tente abrir seu teclado sem tomar um puta de um cuidado. Hoje liguei o computador e uma tecla não tava funcionando nem com macumba. Daí o esperto metido à técnico aqui resolveu abrir um teclado pela primeira vez na vida. Já fiquei meio puto quando ví que tinham 21 parafusos. Tirei todos eles e dei um 180° no teclado. Pra quê... na hora que virei, a tampa de trás do teclado caiu no chão, juntamente com uma porrada de borrachinha, muita coisa mesmo! Cada tecla tem uma borrachinha e, como sou sortudo, todas elas caíram e se espalharam pelo quarto, corredor, cozinha... Após muito tempo de quatro no chão (uiii) catando as malditas borrachinhas, fechei o teclado novamente. Coloquei os 21 parafusos e "shazan"! O teclado não estava funcionando! Filha da puta! Abri de novo e, como era de se esperar, não encontrei o defeito. Achei que tinha sido azar, fechei o teclado de novo, virei ele e nada de funcionar. Eis que surge uma voz na minha mente, que diz: "Burro... burro... liga o fio do teclado...". Eu olho para a porra do fio do teclado e constato que eu tinha desligado da torre... Aí eu pensei: "Cassete, finalmente descobrí!". Liguei o teclado na torre e "shazan": nada do teclado funcionar! Maldito! Puto da vida dei um soco no teclado. E como uma benção, o teclado volta a funcionar. Tem coisas que não dá pra entender... e uma delas é abrir o teclado sem ter a noção de que ali dentro existem milhares de borrachinhas escrotas que podem cair no chão. E acredite, elas com certeza cairão.



    Floresta


    Hoje tava pensando em algumas coisas estranhas da natureza humana. Uma delas é relacionada com o papel higiênico. Você poderia falar que não, mas estaria mentindo se dissesse que não olha para o papel higiênico sujo depois de limpar a bunda. Eu duvído que exista alguém que não olhe para o papel usado, isso já é praticamente um instinto humano.
    E durante esse brainstorm fecal, cheguei a algumas teses para se fazer isso:
  • averiguar se limpou direitinho;
  • observar se tem a mesma tonalidade corriqueira;
  • verificar se o papel não rasgou e cagou o dedo de merda, além de entrar sujeira debaixo da unha.

    E n?o me venham com o papo de que isso é nojento. Todo mundo faz cocô. Mole, duro, comprido, preto, marrom, vermelho, fedido, pastoso ou com milho grudado, não interessa como seu dejeto é, você defeca e pressuponho que também limpa a bunda. Mas continuando no assunto fezes, eis uma pergunta que não quer calar: como é que uma pessoa cega, sem um ajudante, sabe que limpou a bunda direito? Será que ela cheira o papel?! Arrrgh!


  • quinta-feira, 11 de dezembro de 2003, by Fabricio von

    Não sei se é impressão minha ou é algo generalizado, mas já é dia 11 de Dezembro e nem parece que estamos perto do Natal! Eu lembro que sempre me empolgava com essa época do ano devido à comida, decoração, presentes, enfim, o espírito natalino. Mas esse ano para mim está sendo diferente, provavelmente porque o mito do Papai Noel (ou Papai Sacudo ahuahuahu) está se afastando cada vez mais. Também culpo a crise financeira pela qual o país passa. Pra confirmar isso basta olhar pra televisão: onde estão aquelas dezenas de comerciais que impactavam o mercado? Até agora eu só ví o filme da Coca Cola, que, na minha opinião, ficou muito sem graça, não chega nem nos pés daquele comercial que mostrava aquele caminhão todo iluminado com a famosa música-tema, "o Natal vem vindo, vem vindo o Natal...". Só espero que o espírito natalino se manifeste até o dia 25, pois senão esse vai ser o fim de ano mais sem graça - e diria mongol - de todos.


    quarta-feira, 10 de dezembro de 2003, by Fabricio von

    Meu, será que as pessoas são sem noção devido à crueldade da natureza humana ou simplesmente porque gostam de incomodar os outros? Exatamente agora, no laboratório de informática da faculdade, tem um sujeito de terno e gravata usando um computador ao meu lado e, acredite se quiser, o sem noção colocou um CD de funk no drive e tá empolgado ouvindo e cantarolando as "músicas". Eu dei uma bizoiada na capa do CD e vi o título bizarro: "Equipe Espião Shock de Monstro e Equipe A Gota - Ao Vivo". Pelo nome já dá pra se ter uma idéia de quão desumano é ter que ouvir isso. Mas desumano e cruel é ver um cara todo engravatado ouvindo essa porcaria... tá certo que gosto é que nem bunda, cada um come a que tem, mas porra... um advogado cantando funk?! É o fim dos tempos!


    terça-feira, 9 de dezembro de 2003, by Fabricio von

    Alguém quer comprar um Pentium 100 movido à lenha? É um computador magnífico! IBM, cor amarelo-caraca, contraste e brilho do monitor quebrados no 100%, memória insuficiente para a maioria dos programas, maravilhoso kit multimídia imaginário de alta performance, internet com dezenas de sites bloqueados e o melhor de tudo: reinicialização automática de hora em hora! O que você está esperando? Venha já ao colégio onde trabalho e leve esse “computador” daqui, pelo amor de Deus! "...porque aqui nas Casas Bahia é assim: olhou, não gostou, foda-se, vai ter que levar!"


    segunda-feira, 8 de dezembro de 2003, by Fabricio von

       "Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, que seja um amor, um emprego, uma amizade, uma casa, etc.
       Muitas vezes a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo de importante,    precisamos estar prontos e maduros para viver determinadas situações.
       Se isso está acontecendo na sua vida, pare e reflita sobre a seguinte frase: "Não corra atrás das borboletas. Cuide do seu jardim e elas virão até você!"
       Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que esse fluxo é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo.
       Nós seres humanos, é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo "empurrar o rio". O rio vai sozinho, obedecendo o ritmo da natureza. Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.
       Mas se nos dedicarmos a cuidar de nosso jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável...as borboletas virão até nós!
       Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá!"



    domingo, 7 de dezembro de 2003, by Fabricio von


    Qual será sua profissão?

       Pombas, agora mesmo eu tava vendo TV e com os olhos cheios de água... um quadro do Gugu (sim, eu estava vendo Gugu!) que mostra pessoas pobres que tentaram a vida na cidade grande, e se decepcionaram. A mulher não via a mãe e o pai há 10 anos pois não tinha dinheiro pra voltar para sua cidade natal. Enviou a carta pro Gugu, eles cuidaram de tudo e chegando lá na cidadezinha do interior foi aquela alegria imensurável ao voltar pra casinha humilde, chorando ao reecontrar os pais... realmente é comovente. São coisas assim que fazem a gente pensar que nada pode comprar nossa felicidade. Bens materiais são irrelevantes quando se trata de sentimentos, principalmente do amor que temos por pessoas queridas. Antigamente eu não pensava assim, mas sei lá, com o tempo, tomando as famosas "porradas da vida", a gente vai aprendendo como a vida realmente é, e acho que crescemos espiritualmente com isso. Bom, chega de choradeira, alegria! Vamo rir Brasil! Pegadinha inédita hein! Vamo rir! Dolly Guaraná! Argh... João Kléber não...
       Bom, vou botar mais um fansign que chegou (isso tá virando mania nacional...)


    Minha amiga Julinda, lá de São Paulo! Valeu mulé!


    sábado, 6 de dezembro de 2003, by Fabricio von


    Remédio

    Tou meio atolado com os preparativos de Natal, depois eu escrevo algo de interessante, até porque, a única coisa de interessante que presenciei hoje foi ver a minha tartaruga se deliciando comendo o cocô da minha cachorra. Tadinha, tava toda empolgada segurando o bostão com a patinha e enfiando a cara no montinho... nojento! Por hora só vou colocar mais dois fansigns que chegaram:


    Fansign da Fernanda. (E pela milésima vez, não, eu não te amo, nem me casarei com você! Huahuahua!)


    E esse é o da Patrícia, que tá achando que eu tenho cara de Leonardo di Caprio...


    E como prometi, aqui estão as outras histórias do Orobú, o único urubú vesgo e albino da Terra:

  • Orobú
  • Orobú e Caum


  • sexta-feira, 5 de dezembro de 2003, by Fabricio von

    Porra, ganhei 100.000 reais!!! Há, pena que é fictício. Tou aprendendo a investir na bolsa de valores no site da Folha. Como todo marinheiro de viagem, investi na Vale do Rio Doce e na Petrobrás, mas se fosse fácil assim, taria todo mundo podre de rico.
    Putz, tinha uns papéis meus com a Ana (dona da Lola, aquela gata com cara de bunda) que tão com ela há mais de um ano. Após muita insistência, ela escaneou as histórias do Orobú, um personagem que criei. Acho que é o primeiro urubú vesgo e que fala palavrões da história... primeiro e último. As primeiras histórias tão lá em casa e, como eu tava muito ocupado aqui no estágio hoje, criei mais uma historinha e escaneei. A história de hoje está aqui, quando eu chegar em casa eu coloco as outras aventuras desse urubú ridículo aqui no blog. Espero que odeiem, pois se o Orobú vingar a Ana pode patentear as minhas histórias que estão com ela! Doh!


    quarta-feira, 3 de dezembro de 2003, by Fabricio von

    Eu sei que todo mundo já sacaneou esse cara (que é muito chato por sinal), mas eu não poderia ficar de fora!


    Puta que o pariu, férias da faculdade! Ontem foi minha última prova, e a mais cascuda, de Economia. Mesmo não sabendo se a gente se deu bem, o pessoal decidiu comemorar o fim do período na casa de uma amiga minha. Foi bizarro espremer 7 pessoas dentro de um Mercedes Classe A, parecia mais uma lata de sardinha do que um carro, porém no final todo mundo estava vivo, afinal, ninguém peidou. Chegando lá foi a maior festa: salaminho, castanha, queijo, uma semente maluca que ela trouxe da Turquia, cerveja, vinho chileno (hmmm... delícia!) e muita risada. Praticamente não dormi essa noite, tou meio que como um zumbi aqui no trabalho, mas, como diria o povão, motivado pela maldita música que cola na mente feito chiclete, tou nem aíííí, tou nem aíííí...