Eu amo Tart Tease!
Atendendo à exigência de psicopatas que me fazem diversas ameaças de morte...
Qual personagem do Chaves você é?
Cassete, achei lindo esse poema! Muito fofinho (uiuiui)!
"O homem perfeito é lindo
Tem um pouco de mistério
É belo quando está rindo
É belo quando está sério
O homem perfeito é bom
Tem um jeito carinhoso
Quando fala, em meigo tom
Causa arrepio gostoso
O homem perfeito é fino
É solícito, é fiel
Tem a graça de um menino
E é mais doce que o mel
O homem perfeito adora
Dar flores, botões de rosa,
A uma velha senhora
Ou uma jovem formosa
O homem perfeito tem
Energia, não se cansa,
Lava louça, cozinha bem,
Gosta muito de criança
O homem perfeito é
Sensível à grande arte
Gosta de dança e ballet
Nunca haverá de magoar-te
Para encerrar a preceito
Estes versos que alinhei:
Se existe um homem perfeito,
O filho da puta é gay."
Texto Non-Sense N° 3,1415
Rex era apaixonado por Lily. Era só a cadela passar abanando o rabo e exibindo seu oritimbó que Rex ficava maluco. Mas por ser tímido, nunca parou para conversar com a cadelinha mais desejada do bairro. Isso até o dia que Lily ficou no seu primeiro cio. Dezenas de cachorros cheiravam e lambiam Lily, que nada podia fazer, a não ser correr. Rex viu aquilo e ficou inconformado! Como sua amada poderia estar sendo alvo de vários cachorros? Foi então que Rex pulou o portão de sua casa e saiu mordendo todos os cachorros que queriam se aproveitar da pobre Lily. Ele apanhou, mas fez com que todos os seus adversários fossem embora. Morrendo de pena do pobre vira-lata, Lily, uma poodle muito educada, foi conversar com ele:
-Ai Meu Deus, você está bem?!
-Só com uma patinha dodói, mas eu tou legal!
-Ai, coitadinho do meu herói!
E então Lily lambeu o rosto de Rex em sinal de agradecimento.
-Meu nome é Lily, e o seu?
-Rex, Rex da Silva.
-Muito obrigado por ter me ajudado, Rex! Agora eu tenho que ir, meu dono deve estar preocupado. Tchau!
E ali ficou Rex, machucado, mas feliz por ter sido reconhecido por Lily.
Naquela noite, Rex não conseguia dormir pois ficava pensando em Lily, e achou que além de tarado estava realmente apaixonado. Ele não resistiu e foi até a casa de Lily, e ali ficou uivando por alguns minutos, até que uma janela se abriu, e de lá saiu uma bota, que acertou bem na cabeça do pobre coitado.
-Vira-lata maldito! Vai dormir, porra!
Era o dono de Lily, um velho careca e arrogante, que não tinha paciência com nada. Lily assistiu ao episódio, e resolveu fugir de casa. Pulou a janela e chamou Rex, que ficou surpreso com a atitude da poodle.
-Rex, tenho que te contar uma coisa... estou gostando de você!
-Lily! Eu queria te dizer o mesmo!
-Então... tá a fim de ficar comigo?
-Pô, já é!
E ali se beijaram pela primeira vez. Como estava muito frio naquela noite, Rex sugeriu que fossem até sua casinha, já que Lily não voltaria para casa tão cedo.
-Lily, não repara, é casinha de cachorro pobre mas num tem pulga não!
-Ora Rex, eu não me importo com isso. O que importa é que estamos sozinhos...
Rex tremeu na base. Finalmente sua grande noite com Lily havia chegado. O vira-lata já estava montando nas costas de Lily, quando ela falou:
-Rexzinho, acho que não estou pronta pra isso! Sabe, é minha primeira vez... Escuta, vamos deixar isso pra amanhã, tá?
Mesmo morrendo de tesão, Rex resolveu aceitar a decisão de sua amada. E ele dormiu junto dela, só pensando na noite que teriam no dia seguinte.
O galo cantou, e Rex acordou. Mas para sua surpresa, Lily não estava mais ao seu lado. Saiu de sua casinha e olhou no terreno. Nada. Andou pelo quarteirão. Nada de encontrar a poodlezinha. Ele já estava ficando preocupado, quando ouviu um grito de 'Socorro'.
Rex corre até uma casa de onde os gritos pareciam vir, e ali viu Lily encurralada por Max, o pittbull mais malvado da vizinhança. Max falava:
-Vamos lá, Lily! Vem com o papai!
-Socorro! Tarado! Socorro!
-Escuta aqui poodlezinha metida! Hoje você é minha, querendo ou não!
Max pegou Lily a força e subiu em suas costas. Mas por muito pouco tempo. Mesmo sem medir as possíveis conseqüências, Rex pulou o muro e tampou na porrada com Max.
Mordidas, gritos, pêlos voando. No meio da confusão, Lily fugiu e chamou a atenção de um homem que por ali passava. O homem pegou um pedaço de pau e deu na cabeça do pittbull, que desmaiou. Rex, todo fudido e forças e caiu no chão. Lily ficou desesperada:
-Rex!! Fale comigo!!
-Lily...
-Amor!! Você está bem?!
-Eu não sei, tá tudo girando...
O homem, vendo a situação do pobre cachorro, levou-o para um veterinário.
Rex teve 2 costelas quebradas e várias escoriações, mas seu estado era estável. Ficou internado por 15 dias, e Lily ficou todo o tempo ao seu lado.
Recuperado, puderam voltar para a casinha de Rex. E a poodle não parava de se culpar:
-É tudo culpa minha, culpa minha!
-Amor, não fique se culpando, não vai adiantar nada!
-Ai Rex, se eu pudesse fazer algo por você...
-Bem... que tal fazer amor comigo?
Lily parou por um momento e ficou pensando em todo o sacrifício que Rex havia feito até ali para estar ao seu lado. Então ela respondeu:
-Não Rex, eu não vou fazer amor com você, isso não é justo.
-Quê? Como assim?! Eu fiz tudo por você, e agora você não quer?
-Rex, eu gosto muito de você, e é por isso que não vamos transar.
-Eu não entendo!!
-Rex, tenho um segredo pra te contar... eu sou macho.
O vira-lata ri, e fala:
-Que desculpa hein, Lily! Era só o que me faltava...
-É verdade Rexzinho... eu sou macho, e sou gay. Acontece que meu piupiu necrosou e foi cortado quando eu era um filhote, e acho que isso influenciou minha opção sexual. Me desculpe por ter te enganado... adeus, Rex.
De cabeça baixa, Lily foi embora. Sem entender nada, Rex pergunta:
-Não quer ficar comigo beleza, mas quem você acha que engana? Eu vi você no cio! Jorrava sangue!
E lá de longe, Lily responde:
-Eu tenho hemorróidas.
Por que minhas canetas BIC escrevem até o final, enquanto uma linda caneta italiana que eu ganhei estourou na minha mão com uma semana de uso? Fico puto com isso!
Quem nunca viu aquelas famosas Kombis e Brasílias com um megafone acordando o bairro inteiro gritando "É o carro do pão passando na sua rua"? É carro do pão, carro do queijo, caminhão do ferro-velho, carro do ovo, carro de tudo. O motivo porque tou falando isso é um pouco estranho, já que veio de uma idéia minha. Ontem eu tava numa praça esperando minha amiga quando passa na rua uma procissão levando um defunto, dentro de um daqueles Opalas preto, o chamado rabecão. Eu olhei o carro e eu tapei a cara pra não me verem rindo. Sim, é uma falta de educação do cassete, mas que culpa eu tenho se minha imaginação fértil (ou fútil) colocou um megafone no teto do Opala, que gritava "É o carro do presunto passando na sua rua"?
Lembram-se do Zed, o personagem mais maluco do filme Loucademia de Polícia? Então, eu preciso urgentemente do som deste idiota gritando (versão dublada). Procurei na Internet e só acabei descobrindo que o nome do ator é Bob Goldthwait, que se não me engano chegou a apresentar um talkshow nos EUA. Então por favor, se alguém tiver o som ou informações sobre quem dublou a voz desse cretino, me avisem, é muito importante para mim. Por que é importante? Porque sim oras, eu me identifico muito com o Zed e quero colocar o som dele gritando quando inicia o Windows. Seja um mongol bonzinho: alugue a fita na locadora, grave sons do Zed e mande pro titio aqui.
O trânsito aqui em Petrópolis já é uma porcaria, agora que resolveram abrir a cidade inteira pra implantar a rede de gás natural virou um caos. Eu que levava 20 minutos de buzão pra chegar no centro, agora levo quase 50, com sorte. Fecharam ruas, jogaram todo o fluxo de carros pra apenas uma rua, ou seja, tá uma maravilha do cassete. A única coisa que não me fez explodir de stress foi o lindo "fog europeu" que baixou na cidade hoje. Eu amo ver os pinheiros entre a neblina densa, as pessoas vestidas até a alma e tomar aquele chocolate quente delicioso em alguma padaria. Tou doido pra visitar o Sul do país, principalmente a famosa Serra Gaúcha, já até comecei a juntar dinheiro. Só sei que se um dia eu tiver muita grana e uma esposa que ame frio, eu me aventurarei a morar por lá. E para dar gancho ao ínicio do post, lá em Nova Petrópolis o trânsito deve ser mais leve!
Ontem vi uma criança fazendo algo que eu fazia há uns 5 anos trás: apagando luz de poste com raio laser. Essa também era a única utilidade desta porcaria, além de ficar botando na casa dos vizinhos de noite. Mas convenhamos, era muito legal apagar a rua toda, tocar a campainha das pessoas e ficar rindo das donas-de-casa putas da vida porque não nos viam no meio da escuridão. Isso sim era infância, e quem nunca fez besteira com raio laser que atire a primeira pedra!
"A obrigação de apaixonar-se deixa os homens infelizes".
Li isso no flog de uma amiga, e o pior é que é verdade! Devemos procurar nossa plena felicidade interior antes de procurar alguém para supostamente completar nossa vida. Bonitas palavras, agora vai botar isso na prática... a gente sempre inverte.
Minha Tese:
"Certas mulheres simplesmente não param de falar quando estão de TPM."
Afinal, estou certo ou sou o único afetado por esse cataclisma perturbador do silêncio e fator agravante do stress? Tou desde 8 horas aguentando a praga aqui do meu lado, contando os problemas da vida dela e fofocando sobre a vizinha. Isso só pode significar uma coisa: essa maluca só pode estar amando... a mando do capeta!
Tem uma coisa que me deixa intrigado e enojado: pessoas que guardam o cotoquinho que sobrou do sabonete pra poder juntar com outros cotoquinhos e formar um "sabonete" inteiro. Meu pai é um especialista na reciclagem de sabonete. Hoje o box do meu banheiro tava com produto de limpeza, e tive que tomar banho no banheiro do meu pai. Daí olho pra saboneteira e tem uma bola rosa, amarela e verde de sabonete. Fala sério, me lavei com shampoo mesmo, eu que não ia correr o risco de estar me ensaboando com aquilo e de repente aparecer um pentelho grudado na bolota.
Sim, nós gostamos de humor negro!
Cotoco era um menino muito, muito, mas muito triste, pois não tinha os dois braços e as duas pernas. Os amigos sempre tentavam levá-lo pra passear e se divertir. Um dia o pessoal resolveu ir à praia.
- Já sei! Vamos levar o Cotoco - disse alguém.
- É isso! Vamos Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar com a gente.
- Não, de jeito nenhum! Vocês não vão se divertir se me levarem!
- O que é isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.
De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir, e chegando lá os amigos o colocaram bem na beirada da água, no rasinho e lá ele ficou se divertindo.
Mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá... De repente a maré começou a subir, subir e enquanto as ondas iam e vinham ele ia afundando, afundando. Cotoco então começou a se desesperar:
- Socorro!!!!!!!!!!!! Socorro!!!!!!!!!! -gritava o Cotoco.
Foi aí que um cara que já tinha tomado todas as cervejas da praia o avistou de longe e correu para o resgate.
Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos braços e começou a nadar vigorosamente.
E Cotoco pensou: - Ufa! Agora estou salvo!
Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando finalmente o "pé de cana" estava com água na altura do peito lançou Cotoco violentamente para o fundo da água e gritou:
- Vai tartaruguinha, vai...
Mais uma aula na universidade na qual devemos fazer um brainstorm e gerar necessidades para a população criando novos produtos e/ou serviços. E lá elaborei uma tese:
O índice de pessoas que sofrem de obesidade e de alto teor de gordura sobe a cada dia. Muitas dessas pessoas são amantes de comida gordurosa, ainda que saibam que ela faça muito mal a saúde. Abusam e abusam, até o ponto em que fazem um check-up no médico, que diz que se a pessoa não reeducar sua alimentação, sua veias se entupirão e morrerá.
Isso chocará o pobre coitado, que estará confinado à uma alimentação a base de carne de soja. Tudo terá soja, até mesmo a grande paixão do indivíduo tornar-se-á um martírio gustativo: churrasco de soja. Mas há pessoas que não resistem ao vício e continuam ingerindo gordura, e acabam morrendo logo. Infelizmente a ciência ainda não conseguiu inventar nada que limpe a gordura das veias do sujeito. Então, o que poderia ser feito para ajudar milhões de pessoas em todo o mundo?
Ora ora ora, não faria sentido não deixar que os amantes da gordura sintam o delicioso gosto da banha na guela se a comida pudesse ser desviada para outro lugar além do estômago! E é este meu produto, um "Desviador Alimentar Seletivo". Simplificando, trata-se de um tubo com um reservatório numa ponta, um seletor de comida 'saudável/prejudicial' acionado por controle remoto, e um adaptador a ser alocado na faringe do indivíduo, através de uma espécie de traqueostomia. Abaixo segue um esboço:
Como você pode ver, o sujeito está obeso, porém feliz ao saber que o churrasco tão delicioso que está mastigando e engolindo não converter-se-á em problemas para sua saúde. E como fará o sujeito para comer, por exemplo, o arroz e a farofa, menos agressivos à saúde? Basta pegar o controle remoto e acionar a opção de comida saudável, que abrirá a válvula do sistema e deixará a comida chegar ao estômago do sujeito.
Pessoa saudável, com grandes possibilidades de perder o tecido adiposo que circunda sua barriga, e ainda curtindo os grandes prazeres que a comida proporciona. E eu, apenas sonhando com meu bolso cheio de dinheiro, já que este projeto provavelmente não irá a lugar algum.
Hoje um caminhão de lixo passou por mim e fiquei pensando: será que ninguém no mundo pensou em criar algo pra tirar aquele cheiro de podre desses caminhões? Nada contra os lixeiros, até porque são eles que mantém a cidade limpa, mas poxa, é péssimo quando o caminhão passa e deixa aquela marola de laranja podre espalhada pelo ar. Se eu fosse químico eu inventava uma porcaria de um desodorante, que pudesse emanar o perfume de nobres rosas dos campos europeus, recém-colhidas por camponesas virgens das montanhas suiças e processadas pelos mais nobres e renomados químicos alemães. Ah, claro...
Me fizeram de trouxa hoje:
Fulano: -Qual o plural de limão?
Eu: -Limões.
Fulano: -E de irmão?
Eu: -Irmões... não! Irmãos!
É foda, tem coisas que você responde sem pensar. Chegue pra alguns camaradas seus e peça pra eles repetirem sem parar a palavra "gema". Daí interrompa-os perguntando qual é a parte clara do ovo. Pelo menos metade dos babacas vai responder "gema", prova de que o cérebro confunde a gente ou de que algum de seus comparsas é muito burrinho.
E se você quiser pegar mais pesado, chegue para um amigo (daqueles que não se ofendem fácil) e comece o diálogo:
-Quem nasce em Petrópolis é o que?
-Petropolitano.
-Quem nasce em Pernambuco é o que?
-Pernambucano.
-E quem nasce em Tilambuco?
Ontem fui na Feirinha de Itaipava, um lugar onde só vende roupa, muita roupa. E como o trouxa aqui não levou carteira (correndo o risco de ser enterrado como um indigente), fiquei só passeando entre os apertados corredores. Teria sido um tédio se eu não tivesse levado a câmera. É só eu me juntar com primos doidos e amigas desequilibradas que sempre sai algo de engraçado. E lá fomos nós tirar foto com as manequins. Paguei mico pra cassete agarrando os peitos da boneca, algumas garotas ficaram me olhando com uma cara estranha, não sei se me acharam tarado ou se imaginaram-se no lugar da manequim... Mas foi divertido, é bom sair pra esfriar a cabeça.
Ah sim, a foto está no meu fotolog
Você que é mamãe e entra no SouMongol, meus parabéns! Feliz Dia das Mães pra senhora!
Quem estou enganando? Por acaso alguma mãe é tão inútil pra entrar nesse blog? Eu hein...
As adoradoras de beleza física que me perdoem, mas o show daquele Felipe Dylon é um cocozinho fedido! E cheguei a esta conclusão porque:
Acabava uma música, daí vinha ele com uma voz desengonçada e marrenta no microfone:
-E aí Petrópoliiiis! Eu sou surfistaaaaaa!
E nisso os carinhas da mesa de som aumentavam o playback, só pra fingir que o público tava berrando. Burlesco.
O pobre do menino até que tentou cantar alguns covers pra animar o pessoal, mas mesmo assim não obteve muito sucesso, só com algumas menininhas frenéticas que faziam de tudo pra dar um beijo nele. Foi ruim, mas foi muito engraçado ter visto o show dele. Show? Eu disse show? Bem...
Ah, e antes que venham falar que sou parente do Clodovil: eu só assiti o "show" do surfista porque ele abriu (ui) pro Emmerson Nogueira. Esse sim foi um espetáculo!
Imagine sentir sede. Muita sede. Tanta sede que seria capaz até de beber água suja, coisa que já fiz. Agora imagine subir uma montanha por três horas com o cantil vazio. Foi o que aconteceu com o amigo de um amigo meu. O desgraçado e mais uma turma foram subir o Açú (uma montanha famosa aqui na região de Petrópolis) e ficaram sem água. E a sede foi tanta que o sujeito praticamente surtou, meteu a faca numa lata de salsicha viena e bebeu aquela água da conserva! Que nojo! E além de ter sentido aquele gosto "horrorível", ficou com mais sede ainda, pois a água era uma mistura de gordura de porco com sal. Umas horas depois encontraram água potável, e o pobre coitado da salsicha ficou desidratado e com uma puta de uma diarréia. Se ao menos tivesse sido a água de uma lata de milho...
Xiao Xiao, The Game!
Sim, eu consegui ver o eclipse! Mas não consegui tirar a foto que tanto queria! E por que? Simplesmente porque a Lei de Murphy existe! Eu pretendia tirar foto do eclipse lá da universidade. Acontece que 15 minutos antes de eu sair de casa, o tempo fechou, o céu ficou completamente nublado. Fiquei muito puto, e como estava começando a chover, não levei a camera pra não arriscar. Mas eu sou muito sortudo: quando cheguei no centro da cidade, o céu se abriu, e lá estava aquele eclipse gigantesco pouco acima das montanhas. Não deu pra tirar a tão desejada foto, mas pelo menos fiquei admirando o espetáculo com minha amiga. Eu adoro ficar olhando pro céu, parece que todos os problemas e tristezas acabam, e em noite de lua cheia tudo fica ainda mais especial. É bom se esquivar da realidade, ainda que seja temporariamente.
Mentira é uma coisa maldita. Esses dias algum bastardo me contou que ontem ocorreria o eclipse total da Lua, perto da meia-noite. Mesmo cansado e morrendo de sono, fiquei acordado até 00:30hs. E o maldito do eclipse não aconteceu... Mas o pior é que eu não lembro quem foi o desgraçado que me contou isso! Pra falar a verdade, nem sei se sonhei que alguém me contou tal fato, já que isso acontece direto comigo. Resultado da história: tou aqui, capotando de sono, puto porque não sei se eu imaginei isso ou não, cheio de serviço e com o bichinha do meu nariz sangrando.
Já rí muito hoje! Eu subi uma ladeirinha pra deixar um livro na casa de um camarada meu. Tou tranqüilo, andando calmamente e cantarolando, quando eu vejo lá no final do morro uma pessoa correndo desesperada na minha direção. "Fudeu, é assalto", eu pensei. Eu já tava quase me virando pra correr, mas ví uma bola amarela rolando a ladeira. Porra, coitado do menino, ia ter que descer a ladeira toda pra pegar a bola? Ah não, decidi ser um bom cidadão. Fui pro meio da rua e esperei a aproximação. E só uns segundos depois percebi que não era um menino, era um senhor, que gritou: "Cuidado, cuidado!". Estranhando por ele falar aquilo, olhei para a bola. Bola? Bola o cassete, era um melão! Caraca, um melão rolando ladeira abaixo! Depois que eu peguei a "bola" que o velho veio todo ofegante me agradecer:
"Aff! Muito obrigado de meu filho! E me desculpa... é que eu tenho uma quitandinha ali em cima e meu neto foi brincar com o melão..."
Agora eu me pergunto: será que o vovô ia mesmo vender esse melão mesmo depois do rally? Não duvido nada...
Eu devo ter nascido no país errado, num é possível. Um camarada meu falou pra entrar no site de uma "agência matrimonial virtual" russa, o bride.ru. Cara, tem muita mulher linda lá! Tá certo que aqui no Brasil também está cheio de meninas bonitas, mas eu sou tarado pelos traços do rosto e pela pele clarinha dessas beldades da Europa Oriental! Sou tão inútil que até fiz uma lista com as mulheres com quem eu me casaria (levando em conta apenas o físico, é claro). And the Oscar goes to...
Número 5: Ira
Número 4: Tanya
Número 3: Elena
Número 2: Sofia
Número 1: Olga
Duas russas e três ucranianas. Eu teria que fazer um puta de um tour se eu fosse maluco e quisesse conhecê-las... Ainda bem que existem decendentes aqui no Brasil!
-meuamigo- meu teclado atrai suco de laranja
-meuamigo- toda vez que eu bebo suco de laranja perto dele, derrama
Realmente, teclado de computador é algo que atrai sujeira. Abra seu teclado... você vai achar poeira, mancha de refrigerante, farelo de biscoito, pedaço de pão, pedaço de unha, mosquito morto, pentelho, camisinha usada e por aí vai...
E você aí, digitando e botando a mão na boca!
Qual é seu tipo de peido?
Texto Non-Sense N° 7 (7? Sei lá...)
Leiam a história non-sense anterior, senão essa não terá sentido algum (como se elas tivessem sentido, né...)
Marcelino era feio, muito feio. Tinha um cabelo preto e marrom, comprido e volumoso, sem brilho, com pontas quádruplas e cheiro de mofo. Mas para ele, isso era normal, o heavy metal era seu estilo de vida e não importava a opinião dos outros quanto à sua aparência. Seu guarda roupa continha apenas camisas pretas, calças rasgadas, um sobretudo velho, correntes e um par de botas de cano longo, pequenas, que dobravam seus dedos. Mas ele não se incomodava com isso, nem podia, tinha pouco dinheiro desde que fugiu de casa, onde moram seus pais, influentes na sociedade, e sua irmã, uma patricinha que parece ter saído do motel: toda metidinha.
Com 26 anos, nunca havia namorado ninguém, e são muitos os que falam que ele nunca deu um beijo. Mas pudera, ninguém em sã consciência beijaria um clone mal sucedido do Capitão Caverna. Isso até certo dia, quando Marcelino foi em um show do Pantera, a banda pela qual ele morreria. E foi ao som de This Love que uma linda menina o chamou para conversar. Era mais alta que ele, branquinha, olhos profundamente azuis, uma boneca. Com muito desprezo, ele respondeu às perguntas da garota, que tentou beijá-lo. Marcelino até que beijou a menina, mas foi só a banda começar a tocar Cowboys From Hell que ele gritou alucinadamente, deu uma voadora no peito da garota - que voou no meio da "rodinha" - e começou a bater nos outros. Definitivamente Marcelino era desequilibrado. "Caralho! Pantera! Metal extremo!", gritava o metaleiro.
O show prosseguia, e a cada música Marcelino ficava mais bitolado. Ele havia prometido a si mesmo que ficaria grudado na grade só pra ver a banda da sua vida mais de perto. Mas isso parecia impossível, já que haviam mais de 50.000 pessoas assistindo o show, e o pobre coitado estava lá no meio. "É hoje ou nunca", pensou o feio do cabelo mofado. Jogou-se em cima das pessoas que estavam a sua frente, que empurraram-o para frente. Naquele momento Marcelino sentia-se o Super-Homem. Não importavam os socos que levava no estômago e no saco, afinal, ele estava chegando mais perto do palco. E após ter levado muita porrada, Marcelino chegou na grade. Ele mal podia acreditar que seus ídolos estavam a menos de 3 metros dele. O metaleiro do cabelo ruim era empurrado contra a grade, todos passavam a mão (ou outra coisa) na bunda dele, e ele nem aí, só babava nos solos de Dimebag, o guitarrista. Marcelino gritou e chorou tanto que acabou chamando a atenção de Dimebag, que olhou para o metal-man. "Ele olhou pra mim!!! Ahhhhhh, o Dimebag olhou pra mim!!! Eu te amo, Dimeeee!!!" berrou desesperadamente. Dimebag começou a rir e cuspiu na cara dele. O metaleiro fedido praticamente gozou quando sentiu a baba de Dimebag escorrendo no seu rosto. Aquele era definitivamente o dia mais feliz da vida de Marcelino, que colocou um pouco do cuspe de seu ídolo num copinho de cerveja, e foi feliz da vida para sua casa.
Em casa, despejou o pouco que sobrou da baba numa taça de cristal que havia roubado quando saiu de casa, e colocou-a em cima do armário. Exaltado, chamou todos seu amigos metaleiros para observarem a baba do guitarrista do Pantera. E em volta da taça ficaram, exaltados, observando o cuspe.
-Caralho, olha que cuspe mais metal!
-Olha de perto, parece até que tem um pedaço de catarro!
-Puta merda, podes crer!
-E o cheiro?! Tu sente que tem whisky importado! Fodaço!
Marcelino estava orgulhoso do feito heróico, e acabou fotografando seu objeto de adoração, além de escrever um relatório sobre a cusparada, incluindo até em qual música ela havia atingido seu rosto. E ao terminar seu relatório, Marcelino ficou ainda mais chocado:
-Ouçam isso! A música que estavam tocando quando a baba caiu em mim era 'Floods'. Floods, em inglês, é enchente. Enchente tem água! E a baba tem água! Caraca, é tudo a ver, o Dimebag pensou nisso quando cuspiu em mim!
Maravilhados com a explicação ridícula de Marcelino, puseram-se a escutar a tal música. E ficaram o resto da noite ouvindo o mesmo som, até que dormiram. E assim que amanheceu, Marcelino foi o primeiro a acordar, para mais uma vez admirar sua querida taça. Mas assim que se aproximou do seu prêmio, ficou chocado com o que viu: a taça estava cheia de cuspe e catarro. Era o fim, a baba de Dimebag agora estava impura para sempre. Revoltado, saiu distribuindo pontapés no estômago de seus amigos, querendo saber quem foi o estraga-prazeres. Estranhamente, nenhum dos amigos de Marcelino mexeu-se. Na verdade, estavam todos mortos!
Desesperado, Marcelino tentou sair de casa para procurar ajuda. Em vão: todas as portas e janelas estavam trancadas por fora. O metaleiro fedido encolheu-se num canto e começou a chorar, com medo do que viria a acontecer com sua vida.
-Eu juro que não faço culto ao diabo, eu só gosto das músicas! Eu viro crente, mas me perdoe, Deus!
E enquanto realizava sua penitência, um fantasma saiu de trás do sofá. Marcelino ficou em estado de choque, e nisso o fantasma balbuciou:
-Olá...
Tremendo e com a cueca toda cagada, Marcelino respondeu:
-Que... quem é você?
-Sou um fantasma que só quer vingança...
-Mas eu não te fiz nada! E meus amigos?! O que houve com eles?!
-Sim, fez. Fez adoração à baba e ao catarro... e eu matei seus amigos, morreram engasgados.
-Não!! Desgraçado!!
O fantasma, escarrando na cara de Marcelino, fala:
-Rrrrrrrrrr... desgraçado não, meu nome é Seu Abel.